Hoje tô meio tristinho, morreu um tio meu, aquele que
me assediava por que tomava chifre da namorada. Tudo
bem, tava superado mas agora que ele morreu volto a
me lembrar....
Anotado em meu diário:
"Acordo 5 e meu bilau tá inchado, tardinha passo no doutor
e ele diz que fui chupado. Amanhã passo na polícia, se isso
não é assédio, o que é esse caralho?"
No outro dia marcas vermelhas de batom, quase pensei que
fosse minha irmã mas vi que não era pelo tamanho da marca.
Fui gozado na polícia, então resolvi por minha conta, instalei uma
câmera e passei no jr. um leve veneno, que não matasse, só
fizesse virar as tripas.
Acordei de sobressalto e fui ver os quartos, num deles meu tio
se contorcendo na cama, não precisava nem ver a fita da câmara.
Também não entregaria pra polícia pois ele já tinha sido da
corporação e ainda tinha amigos nas delegacias. Não fiz nada com
ele mas matei seu gato como se mata um cavalo e ele acordou com
a cabeça de bigodes do lado. Foi seu último infarto.
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domingo, 21 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
O pornógrafo
Terry tinha 22 e Mary era uma qualquer no ônibus. Terry passou
a mão de Mary em sua bunda. Mas Mary não gostou e foi tirar
satisfação com o cobrador. Terry gaguejou e afirmou que fazia
pornôs e que ela era boa pro papel por que sua mão não afundou.
Seu coração lhe dizia e ela acreditou. Mary desceu dois pontos
depois e Terry desligado desceu no seguinte e por sorte ainda
a encontrou. Mary lhe disse que já havia feito pornôs, que não
sabia como ele adivinhara mas foi por pouco que ele se safou.
Terry disse que sempre sonhou ser vovô mas não queria que
seu filho o tivesse com dama então chamou uma coroa da
região teoricamente aposentada do ofício mas que por um pouco
mais que a média ainda dava no côro mas aí que a velha tinha
tirado o útero e deixou-o com o pau na mão. Mary o levou e
mostrou alguns do seus filmetes. Terry aprovou e comentou a
incrível elasticidade demonstrada além da plasticidade das cenas
por culpa do diretor, é claro, mas o casal não decepcionou e
tomou um banho e provou do doce. Mary levantou dizendo que
iria fazer compras para abastecer a geladeira que andava tão
mirrada e em vista disso pegava seu cartão como um adiantamento
que era essa a sua forma de trabalhar e que aquele seria o último
e que na bunda não tomava mais pois não era de bom tom nem
havia vaselina suficiente para o seu diâmetro. Terry concordou
extasiado, faria muita grana, comeria as puritanas de dia e de
noite as pretas cubanas de grossas ancas e grandes tetas e
grandes braços de lavadeiras ou tomaria jeito e se vestindo à
caráter encantaria uma dama com um colar ou uma suburbuna
com um ventilador potente ou nada disso, que continuasse tudo
na mesma, era novo e ainda havia tempo. Era tudo o que queria,
não depender de ninguém para seu próprio suicídio. Sucinto
quando pedido, prolixo se requerido, à toa se não bandido. O prato
foi suculento, a bebida foi realento, só os irmão eram um tormento.
Um, mais velho, Erão, mesmo dormindo enchia roncando; mais
novo, Tom, um mimo de terror, era um filme do Inillef Federico.
No mais, corria à boca pequena que o porto zarparia em busca
de outra quimera, que a daqui em tão pouco se esgotara, só
sobrara prejuízo no balancete. Aos poucos as ações estão
suportando uma tendência de queda por isso logo tirei meu
dinheiro e vim investir nesse ramo. Uma câmera, um puto,
uma puta e o resto é lucro. Tô mais feliz que Eunuco. No
final de cada dia homenageio a melhor cena no banheiro.
Logo após me lavo. É bom lembrar pois uns se esquecem.
Ontem foi um dia especial, meu pai me deu como presente
antecipado uma piteira com capacidade de 23 gramas de puro
ouro fundido na temperatura ideal. Estreei logo cedo enchendo-a
de pó para os convivas da próxima semana. Você não vai cometer
essa cafajestada. O que é isso?! Canalha não é canalha e meio.
Não mereço um cano desses, tudo que tenho construí na mão
não foi de favor que obtive, nem que tivesse sido seria de direito.
Vá, se puder. Se não, vá se fuder. Meu carro tá quase pronto aí
vou poder te dar carona, não precisa ficar ouvindo a conversa desse
caô. Quando estiver completamente recuperada, volta que te dou
mais uma, se achou que ainda foi pouco pra sarar a dor, sou bom
de mão, nunca errei na dose. Overdose nem de água da mais
límpida. Beija minha mão que limpo teu chão, esse era nosso
acordo tácito que descumpriste. E agora que te faço? Beijar meu
chão e limpar minha mão? Acho que não. Te darei um Mercedes
com um teco de óleo no freio. Já que você não está aqui vou pegar
emprestado seu colete de presidente da UFO e leiloar pra cotejar
um pouco meu juízo.
a mão de Mary em sua bunda. Mas Mary não gostou e foi tirar
satisfação com o cobrador. Terry gaguejou e afirmou que fazia
pornôs e que ela era boa pro papel por que sua mão não afundou.
Seu coração lhe dizia e ela acreditou. Mary desceu dois pontos
depois e Terry desligado desceu no seguinte e por sorte ainda
a encontrou. Mary lhe disse que já havia feito pornôs, que não
sabia como ele adivinhara mas foi por pouco que ele se safou.
Terry disse que sempre sonhou ser vovô mas não queria que
seu filho o tivesse com dama então chamou uma coroa da
região teoricamente aposentada do ofício mas que por um pouco
mais que a média ainda dava no côro mas aí que a velha tinha
tirado o útero e deixou-o com o pau na mão. Mary o levou e
mostrou alguns do seus filmetes. Terry aprovou e comentou a
incrível elasticidade demonstrada além da plasticidade das cenas
por culpa do diretor, é claro, mas o casal não decepcionou e
tomou um banho e provou do doce. Mary levantou dizendo que
iria fazer compras para abastecer a geladeira que andava tão
mirrada e em vista disso pegava seu cartão como um adiantamento
que era essa a sua forma de trabalhar e que aquele seria o último
e que na bunda não tomava mais pois não era de bom tom nem
havia vaselina suficiente para o seu diâmetro. Terry concordou
extasiado, faria muita grana, comeria as puritanas de dia e de
noite as pretas cubanas de grossas ancas e grandes tetas e
grandes braços de lavadeiras ou tomaria jeito e se vestindo à
caráter encantaria uma dama com um colar ou uma suburbuna
com um ventilador potente ou nada disso, que continuasse tudo
na mesma, era novo e ainda havia tempo. Era tudo o que queria,
não depender de ninguém para seu próprio suicídio. Sucinto
quando pedido, prolixo se requerido, à toa se não bandido. O prato
foi suculento, a bebida foi realento, só os irmão eram um tormento.
Um, mais velho, Erão, mesmo dormindo enchia roncando; mais
novo, Tom, um mimo de terror, era um filme do Inillef Federico.
No mais, corria à boca pequena que o porto zarparia em busca
de outra quimera, que a daqui em tão pouco se esgotara, só
sobrara prejuízo no balancete. Aos poucos as ações estão
suportando uma tendência de queda por isso logo tirei meu
dinheiro e vim investir nesse ramo. Uma câmera, um puto,
uma puta e o resto é lucro. Tô mais feliz que Eunuco. No
final de cada dia homenageio a melhor cena no banheiro.
Logo após me lavo. É bom lembrar pois uns se esquecem.
Ontem foi um dia especial, meu pai me deu como presente
antecipado uma piteira com capacidade de 23 gramas de puro
ouro fundido na temperatura ideal. Estreei logo cedo enchendo-a
de pó para os convivas da próxima semana. Você não vai cometer
essa cafajestada. O que é isso?! Canalha não é canalha e meio.
Não mereço um cano desses, tudo que tenho construí na mão
não foi de favor que obtive, nem que tivesse sido seria de direito.
Vá, se puder. Se não, vá se fuder. Meu carro tá quase pronto aí
vou poder te dar carona, não precisa ficar ouvindo a conversa desse
caô. Quando estiver completamente recuperada, volta que te dou
mais uma, se achou que ainda foi pouco pra sarar a dor, sou bom
de mão, nunca errei na dose. Overdose nem de água da mais
límpida. Beija minha mão que limpo teu chão, esse era nosso
acordo tácito que descumpriste. E agora que te faço? Beijar meu
chão e limpar minha mão? Acho que não. Te darei um Mercedes
com um teco de óleo no freio. Já que você não está aqui vou pegar
emprestado seu colete de presidente da UFO e leiloar pra cotejar
um pouco meu juízo.
A Sra. Gorda da Calçada
Jamais amigos me faziam falta, mulheres sempre faziam.
A Sra. Gorda da Calçada era uma das que eu sustentava. Ela às
vezes me pedia um cigarro embora soubesse que não fumava,
acho que nem ela, só botava o troço na bucha e se saía. Na
verdade nem era eu que pagava senão não seria toda semana.
Aos poucos foi se acostumando e em pouco tempo ficava por
aqui. Eu ralhava e ela nem. Insistia, ela se enfezava. Não queria
sair nem me dava margem. Não era minha, se se dava todo
dia, fosse só meu dia na semana eu relevava. Queria dar porrada,
mas sempre tive consideração com o ser humano. Sobrevivemos.
Não mais vi.
Arquivo fechado.
A Sra. Gorda da Calçada era uma das que eu sustentava. Ela às
vezes me pedia um cigarro embora soubesse que não fumava,
acho que nem ela, só botava o troço na bucha e se saía. Na
verdade nem era eu que pagava senão não seria toda semana.
Aos poucos foi se acostumando e em pouco tempo ficava por
aqui. Eu ralhava e ela nem. Insistia, ela se enfezava. Não queria
sair nem me dava margem. Não era minha, se se dava todo
dia, fosse só meu dia na semana eu relevava. Queria dar porrada,
mas sempre tive consideração com o ser humano. Sobrevivemos.
Não mais vi.
Arquivo fechado.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Rima pobre, prosa rica
-Me toca. Me toca sem eu saber quem é você, deixa eu me mostrar.
Calma, não é hora ainda de gozar, vem cá, me abraça, tá tão frio, o
calor é só lá fora, não chega a penetrar. A voz que chama é lá de
fora, nao incomoda. Firmemente vejo que nada sinto, o que escorre
é só tédio que me faz sossobrar. O tempo anda nublado, percorre
todo espaço assim vestido, inundando tudo umidade. O sexo é
animal, o amor é tradicional, ainda não é hora do anal, somente
do banal, é hora, sim, de banalizar, quer dizer, vamos analisar: nada
passa de um momento, gloriosos, minguados, fatídicos; extinguido,
nada é estornado, é o ouro entregue aos tolos não aos corajosos
mouros que procuraram no lugar errado; foi um caça que escapou
no momento errado, para ser logo abatido. Está tudo tão calmo,
uma calmaria que amorna, adorna o sol e consome a lua, tudo
tão odioso, eu só, só eu e nua e você voyeur. Me chama de Bruna,
um bom nome de puta, mas o que sou é cachorra, a vaidade é
que me consome, lembra de mim se identificando com seu nome?
Faz tempo e eu era quase um Bond, e você era bom de mofo,
bom de cana. Dava ré no kibe, qualquer coisa um drama,
escorregando me chama e nunca houve incêndio, pois nunca houve
chama, não houve cama, não houve nós dois nela, pois não houve
tempo, não houve clima, nem tempo para um clima. Declama,
meu bem, derrama, eu sei, faz bem; se sangra: sal. Para isso
não conheço ninguém, para todas as outras, confiança. Confia tanto
que tu dança sempre que muda o passo, diz o coelho do Paulo.
Pensa que não conheço esse samba? Aproximando bem minha
arcada, vês? Não é de criança. Arranca rabo, arranca trança, toma
cuidado, hein, criança?! O barato ficou mas não ficou mais ainda,
baseado que sobrou, sobrou mais ainda, meu veneno diário,
meu relógio, meu porta-retrato, meu estandarte de fato, a foto
de um outro caso, voltando, de novo e de novo me mostro
e te mato no retrato. A ficha nunca mais caiu pois agora só cartão.
Me aproximei, cheguei só pra te dar um safanão, a porta fechada
na chave ninguém entra mas os fantasmas estão todos aqui
dentro rondando o antro, mas não se assuste, não passam
de um espanto, aos poucos vão dispersando, chegando a Brahma
e o Buda que a pariu, vamos ter alguma fama, não teremos mais
dramas, nossos jogos de dama, talvez tenhamos cama! Fica
à vontade, relaxa, se abre, de hoje em diante vão se ajustar
nossas trajetórias, depois do fundo só pode vir o raso,
não é só besteira que fode. Nada de troço hi-tech, sou capiau!
Não sou mais do proletariado, pego carona de jato, café
expresso e cagado, um céu engarrafado, cruzeiros reais
(não plastificados), não sonho, tá tudo na tv, que então tá no pc,
que está dentro donde estou dentro e dentro de dentro,
cascas e cascas, avexando-se ao avesso, transtornando,
irritando os tranquilizados, propofolozados, tranquilizando
os irritáveis, arrendando os espaços pra colher grajão.
Meu Deus, cabeça do caralho! Rezei pra Ele, me atendeu o Diabo,
prognosticou e mandou faturar. Lucrei! Posso agora te mandar
lascar, ops, buscar. Estamos aqui, só nós dois a teclar, numa sala
particular, não comece a tergiversar, não vem com esse papo
regulamentar, é mal momento pra se estressar. É próximo
o momento de maior confraternização de você e sua família do cão,
a quem interessar possa, a quem interessar...
Ah! Quem puder que se expresse, eu que não posso, não sei
nem de quem a primazia da arroba, se do boi ou do e-mail...
Uma mania assim assado de baiano não como, mesmo,
boto e cuspo fora, finjo, finjo e finjo, olha os sintetitizadores
fazendo onomatopéia. Forcei a barra, o xilofone me espera
acompanhando um compasso original num arranjo sobrando
no tempo. És membro de um organismo desfalecido.
Meus dedos não querem mas batem uma marcha militar
na flor da idade e pra quê vou procurar se tá aí na cara?
Não se vê se não desarma. Não se ama também.
Calma, não é hora ainda de gozar, vem cá, me abraça, tá tão frio, o
calor é só lá fora, não chega a penetrar. A voz que chama é lá de
fora, nao incomoda. Firmemente vejo que nada sinto, o que escorre
é só tédio que me faz sossobrar. O tempo anda nublado, percorre
todo espaço assim vestido, inundando tudo umidade. O sexo é
animal, o amor é tradicional, ainda não é hora do anal, somente
do banal, é hora, sim, de banalizar, quer dizer, vamos analisar: nada
passa de um momento, gloriosos, minguados, fatídicos; extinguido,
nada é estornado, é o ouro entregue aos tolos não aos corajosos
mouros que procuraram no lugar errado; foi um caça que escapou
no momento errado, para ser logo abatido. Está tudo tão calmo,
uma calmaria que amorna, adorna o sol e consome a lua, tudo
tão odioso, eu só, só eu e nua e você voyeur. Me chama de Bruna,
um bom nome de puta, mas o que sou é cachorra, a vaidade é
que me consome, lembra de mim se identificando com seu nome?
Faz tempo e eu era quase um Bond, e você era bom de mofo,
bom de cana. Dava ré no kibe, qualquer coisa um drama,
escorregando me chama e nunca houve incêndio, pois nunca houve
chama, não houve cama, não houve nós dois nela, pois não houve
tempo, não houve clima, nem tempo para um clima. Declama,
meu bem, derrama, eu sei, faz bem; se sangra: sal. Para isso
não conheço ninguém, para todas as outras, confiança. Confia tanto
que tu dança sempre que muda o passo, diz o coelho do Paulo.
Pensa que não conheço esse samba? Aproximando bem minha
arcada, vês? Não é de criança. Arranca rabo, arranca trança, toma
cuidado, hein, criança?! O barato ficou mas não ficou mais ainda,
baseado que sobrou, sobrou mais ainda, meu veneno diário,
meu relógio, meu porta-retrato, meu estandarte de fato, a foto
de um outro caso, voltando, de novo e de novo me mostro
e te mato no retrato. A ficha nunca mais caiu pois agora só cartão.
Me aproximei, cheguei só pra te dar um safanão, a porta fechada
na chave ninguém entra mas os fantasmas estão todos aqui
dentro rondando o antro, mas não se assuste, não passam
de um espanto, aos poucos vão dispersando, chegando a Brahma
e o Buda que a pariu, vamos ter alguma fama, não teremos mais
dramas, nossos jogos de dama, talvez tenhamos cama! Fica
à vontade, relaxa, se abre, de hoje em diante vão se ajustar
nossas trajetórias, depois do fundo só pode vir o raso,
não é só besteira que fode. Nada de troço hi-tech, sou capiau!
Não sou mais do proletariado, pego carona de jato, café
expresso e cagado, um céu engarrafado, cruzeiros reais
(não plastificados), não sonho, tá tudo na tv, que então tá no pc,
que está dentro donde estou dentro e dentro de dentro,
cascas e cascas, avexando-se ao avesso, transtornando,
irritando os tranquilizados, propofolozados, tranquilizando
os irritáveis, arrendando os espaços pra colher grajão.
Meu Deus, cabeça do caralho! Rezei pra Ele, me atendeu o Diabo,
prognosticou e mandou faturar. Lucrei! Posso agora te mandar
lascar, ops, buscar. Estamos aqui, só nós dois a teclar, numa sala
particular, não comece a tergiversar, não vem com esse papo
regulamentar, é mal momento pra se estressar. É próximo
o momento de maior confraternização de você e sua família do cão,
a quem interessar possa, a quem interessar...
Ah! Quem puder que se expresse, eu que não posso, não sei
nem de quem a primazia da arroba, se do boi ou do e-mail...
Uma mania assim assado de baiano não como, mesmo,
boto e cuspo fora, finjo, finjo e finjo, olha os sintetitizadores
fazendo onomatopéia. Forcei a barra, o xilofone me espera
acompanhando um compasso original num arranjo sobrando
no tempo. És membro de um organismo desfalecido.
Meus dedos não querem mas batem uma marcha militar
na flor da idade e pra quê vou procurar se tá aí na cara?
Não se vê se não desarma. Não se ama também.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Rima pobre, prosa rica
Navaro tentric
Gosme fronrec
Trepida a fronte
Reprenda a fonte
Rerepete
Caguete
Baguete
Repete
Caguete
Baguete
Gelit
Calherda
Frindoso
Romo
Orumo
Queutomo
Tenrabe
Vede isto
Cisto bistrô
Emchisto
Conchisto
Nata tu mismo
Mesopotâmia
Há ti contíguo
Eu frade
Tuirma
Eu nunco
Tumanca
Eu ropo
Tutancamon
Eu mouco
Tu trampa
Eu genia
Tu gemia
Meu parco inglês
Sufita si porquí je t'aime
Ma no lo minte enda
Hai de simplezar
Czar logoxe
Laguxa tresborda
Barca funda
Espreito de touto
Se evola
Se eu me enrola
Conrola meu caro
Teu me rola
Meu consorte contrista
Se tu me és fola
Fado te canto
De fado me eicho
De fado me tomo
Fado é bom
Me deixa tonto
Totoro de pulp
Cria
Não sai da cabeça
Não há rumo às idéias
Guarda-las-ei onde
Só me vem as más
As boas se escondem
Nos erros gramaticais
Ortogonais
Lexicais
Tóxicos
Se entornam
Sossobram as más
Sossobram as más
Guarda laico da porteira
Acode alma derivada
Sossegado leito
Conserva-se por respeito
Aos peitos, as armas
Aos seios, as bocas
Aos freios, há porra
Aos pretos, masmorra
Aos brancos, que sequem
Aos flancos, pingentes
Aos trancos, de assalto
Aos poetas, os trancos
Cada um com seu tomo
Em fila indiana
Paraíso que espera
Que esperança
Que estamos
Espera que vem
O fraque que arde
A voz descompassa
A tez exaltada
Cova embargada
Rasante melro
Anunciará
O fim que se afasta
A luz que cintila
Cintilará
Não cessará
Sempre estará
Sarará
Samba crioulo
Que é o que te resta
Se a resma dos teus meses
Não te agrada
Afaga-te
Na puta moça
Que espera-te
Espero-me de ti
Que não há mais o que dizer
De tanto que te fiz
Minha ira se aplaca
Se a placa
Ali na entrada
Diz que é o céu
Vede que não tema
Entra e te lambuza
Gosme fronrec
Trepida a fronte
Reprenda a fonte
Rerepete
Caguete
Baguete
Repete
Caguete
Baguete
Gelit
Calherda
Frindoso
Romo
Orumo
Queutomo
Tenrabe
Vede isto
Cisto bistrô
Emchisto
Conchisto
Nata tu mismo
Mesopotâmia
Há ti contíguo
Eu frade
Tuirma
Eu nunco
Tumanca
Eu ropo
Tutancamon
Eu mouco
Tu trampa
Eu genia
Tu gemia
Meu parco inglês
Sufita si porquí je t'aime
Ma no lo minte enda
Hai de simplezar
Czar logoxe
Laguxa tresborda
Barca funda
Espreito de touto
Se evola
Se eu me enrola
Conrola meu caro
Teu me rola
Meu consorte contrista
Se tu me és fola
Fado te canto
De fado me eicho
De fado me tomo
Fado é bom
Me deixa tonto
Totoro de pulp
Cria
Não sai da cabeça
Não há rumo às idéias
Guarda-las-ei onde
Só me vem as más
As boas se escondem
Nos erros gramaticais
Ortogonais
Lexicais
Tóxicos
Se entornam
Sossobram as más
Sossobram as más
Guarda laico da porteira
Acode alma derivada
Sossegado leito
Conserva-se por respeito
Aos peitos, as armas
Aos seios, as bocas
Aos freios, há porra
Aos pretos, masmorra
Aos brancos, que sequem
Aos flancos, pingentes
Aos trancos, de assalto
Aos poetas, os trancos
Cada um com seu tomo
Em fila indiana
Paraíso que espera
Que esperança
Que estamos
Espera que vem
O fraque que arde
A voz descompassa
A tez exaltada
Cova embargada
Rasante melro
Anunciará
O fim que se afasta
A luz que cintila
Cintilará
Não cessará
Sempre estará
Sarará
Samba crioulo
Que é o que te resta
Se a resma dos teus meses
Não te agrada
Afaga-te
Na puta moça
Que espera-te
Espero-me de ti
Que não há mais o que dizer
De tanto que te fiz
Minha ira se aplaca
Se a placa
Ali na entrada
Diz que é o céu
Vede que não tema
Entra e te lambuza
Rima pobre, prosa rica

Será que ai quem win?
Eu go get fé
Se on dei eu lembrar
Que u saberia me dizer
Não vou a ninguém mais asqueroso
Eu só não te quil
Por que você reve sorte
Eu tava sem gan
E meu love me chamava
Mas hoje rani
Eu ainda não forgueti
E não vou te fri
Por tão leiz
Vou aplacar meu instinto de mader
E te empurrar na uáter de vez
Sem molhar meu suéter
Estávamos todos au
Uát que custava
Nau meu bem
Você se foqui
Se sobre live
Não esqueça das minhas uordis
Sairá cara se o meique
Vou te botar num greive
Depois de passar num draive
E curtir uma reive
E nesse tempo você estará podre
Você não poderia me fazer mais rep
Nisso eu bilive
E você bem nou por que
Não preciso nem ispique
E nem vou
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Rima pobre, prosa rica
O tio tá me tomando muito tempo...Vamos mandar uma furelagem de ficção pra ver se dar um gás nessa bagaça.
Maria Lúcia de Albuquerque Sá. Pomposo nome de mulher mas um corpo de
doze e jogado na minha cama e como nos filmes sentou e puxou a calça e embaixo
a outra. A blusa foi eu que tirei. Seria pedofilia se eu não tivesse dez. Se deitou, ficaria
por baixo. Já não era sua primeira, pra mim nem uma mãozinha havia. Não tinha peito,
nem bunda, seu rosto, se hoje visse, não lembraria, mas o menino correspondeu. Seis
e pouca pois há pouco tinha ouvido Ave Maria. Montei. Os seios não passavam do mamilo.
Rósea, como todos que via. Me falou que tudo bem, que não doía. Meu peito pousou na
sua costela. Queria beijá-la como vi na novela mas não alcançava ou ela meio que se
esquivava, quase senti como se pagasse. Ela não queria um beijo? Foi nesse momento
que peguei hepatite. Agora só com condom.
Triste mas tá marcando o momento.
*
Só eu que acho Sean Mcnamara a versão heterossexual de David Fisher?
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